Olha onde chegamos… dizem que a mulherada do sul está adotando este movimento para angariar pênis namorados, que, em sua maioria, viraram de costas casaca e foram bater bola (com o perdão do trocadilho) em outros campos. Agora falando sério: deixando de lado a brincadeira, analisando a mensagem, o humor aliado à criatividade realmente é a melhor forma de protesto. Agora falando rindo: Essa frase pressupõe algo, não? então quer dizer que a população gay estão tão grande a ponto de fazer as mulheres quebrarem este tabu, bem cultivado, por sinal? Será que as mulheres terão de se preocupar em ficar até mais masculinas para atrairem um homem? Os gays irão dominar o futebol? a musculação? o ballet? o exército? dentre outros setores, predominantementes, machos pra cacete?
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Foi avaliando os últimos acontecimentos no Brasil, que busquei discorrer sobre a atual situação da criança em nosso tempo. O que me motivou não foi somente o caso Isabella, mas sim o caso João, o caso Wesley, o caso Priscila, o caso Fabiana, o caso Hugo… Todas as crianças de quatro, cinco, seis, onze anos, que tiveram sua inocência interrompida. Estes casos abalaram nossa sociedade e nos tem levado a pensar sobre a atual condição humana em lidar com o futuro que não nos pertence, e sim a esta nova geração que se esvai.
Atualmente temos nos defrontado com situações nas quais, não conseguimos compreender. Como alguém fere, manipula, desconstrói, tritura, subjuga moral ou fisicamente uma criança? Esta pergunta pode ser nunca respondida. Mas o dever do Estado é rever suas leis, propor novas possibilidades de proteção à criança e ao adolescente. E antes de tudo, a família deve fazer o seu papel, mudar seus conceitos que a estrutura como pilar social que sustenta o país. O dever do Estado somado a família é garantir que haja respeito a estas pequenas vidas, que a cada dia perdem sua inocência e sua infância.
Como tem sido nosso comportamento diante da nova geração de cientistas, políticos, professores, presidentes… Estas crianças de hoje são o que seremos amanhã. Como temos cuidado delas para chegarem lá sadias? Seja por meio de atitudes agressivas que denigrem sua condição física e moral, mas também a TV que a bombardeia com conteúdos que não as sustentam nas suas possibilidades de crescimento crítico diante do mundo que as espera.
Onde será que erramos?
Fernanda Lima
Estava eu no aconchego do lar quando, como que por um surto de coragem a agir, pois, tanto eu quanto minha esposa somos um tanto… um tanto… é… tipo… não sei brother… o que que estava falando mesmo? Ahn? ……………………………………………………………………………………………
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É impressionante a assiduidade com que a minha sanidade quase se esvai.
Enquanto batalho comigo mesmo pra não enlouquecer.
A necessidade cotidiana invade a minha casa e me tira da cama.
Bagunça tudo, quebra, desorganiza, é um caos.
E vamos tentando sobreviver sem se respeitar, quanta ironia…
Essa semana vai um pensamento que escrevi no post abaixo, nos comentários do texto de Max Gehringer. Acho que ele tem tudo a ver com essa semana, pelo menos para o pessoal do Estrada discutiu muito esse assunto no bar.
Prefiro o trabalho de conquistar a minha moral diante as opiniões alheias do que me camuflar no meio para aparentar um estereótipo aceitável na primeira impressão
Renato Beralzir
Porra, cadê as frases que sempre estou ouvindo de vocês por ai. Coloquem aqui!!!




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