
Quando o assunto é a legalização das drogas, sempre rola muita polêmica. Porém deixando de lado um pouco a questão da criminalização da maconha, podemos trabalhar em discussões de tamanha magnitude, que a proibição da cannabis sativa chega a se tornar ridícula.
A maconha é extremamente eficaz em diversas áreas, que variam da diversão à religião. No campo da medicina, a cannbis sativa é ótima para resolver problemas como enxaqueca, anorexia, espasmo muscular, epilepsia, glaucoma entre outras. E quando se trata de obra-prima, a maconha se destaca com excelência. Em apenas 6 meses, uma plantação de maconha já está em tamanho suficiente para produzir o que há de melhor em qualidade fibrosa. Ela pode gerar produtos de altíssima qualidade, muito melhores que os produzidos por troncos de árvores, sem precisar desmatar florestas para isso. Além de não derrubar florestas, a maconha serve como auxílio, se plantada em volta da floresta, para o reflorestamento.
Voltando ao campo medicinal do uso da cannabis sativa, é muito comum ouvir que usada como cigarro ela faz muito mal. De certa forma essa afirmação está errada. Ela, como qualquer outra substância, quando fumada agride a garganta por causa do calor, mas ela em si não é prejudicial. E ao primeiro indício de dores na garganta ou vermelhidão deve ser abandonado o uso. Outra coisa muito importante para se dizer é que seu uso medicinal tem que ser extremamente controlado, as doses de maconhas medicinais devem ser sempre pequenas. Quando a pessoa está sendo medicada com maconha não fuma um cigarro inteiro, a pessoa não fica chapada, vamos dizer assim. O que não acontece com o consumo de qualquer remédio forte, como os tarja pretas. Ao contrário dos tarja pretas, não foi comprovado que o uso de maconha causa dependência química. E ao sinal de qualquer sintoma adverso, basta apenas parar o uso que o sintoma também para.
Observem o quadro a baixo, nele contém as vantagens e desvantagens do método de aplicação da maconha medicinal.

Quadro foi retirado do livro Hemp: O uso medicinal e nutricional da maconha de Chris Conrad.
Se a cannabis sativa fosse liberada, iríamos ter muitos médicos aconselhando a dar um “tapinha”, assim como muitos indicam uma taça de vinho no jantar para efeitos cardíacos positivos.
A legalização iria proporcionar muitos estudos necessários sobre o quão bem faz a cannabis. Uma coisa que já é usada há tanto tempo na medicina ayurvédica só pode fazer bem né!
Para quem tem filho, um livro educativo, para já ir instruindo os pequeninos quando a erva for legalizada e descriminalizada (que é o nosso maior problema).




















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