Quando esbarrei com a propaganda do site Legalbuds.com, parei para pensar sobre a abordagem publicitária quando o assunto são substâncias iradas que provocam alteração do estado de cegueira lucidez. Lembrei então dos comercias costumeiros de bebidas alcoólicas em todo o mundo, mas principalmente aqui no Brasil, o país dos glúteos avantajados, exploramos bastante a retaguarda feminina para atiçar fanfarrões cachacheiros a entornar o pote. E funciona… é inegável. Lógicamente não bebo pelo fato de as peças conterem um apelo… sensual, ou sexual, depende do seu nível de álcool quando vê a propaganda. Se estivermos bêbados ficaremos tarados nas modelos, caso contrário … beleza… é uma propaganda com uma mulher gostosa fazendo carinha de safada e sempre uma piadinha e bom humor com um boteco que mais se parecem com pubs irlandeses com uns frequentadores que só podem ser atletas olímpicos e modelos internacionais. Tudo bem… todos sabem que isso é um teatro e que a verdade nua e crua é que em boteco encontramos pessoas barrigudas, com cancro, varizes e enfisema pulmonar por causa do cigarro, que na maioria dos casos, acompanha os cachacheiros. Vemos mulheres que provavelmente possuem algum tipo de corrimento em alguma parte do corpo que é dispensável ressaltar.
A propaganda em questão do Legalbuds é essa abaixo:
Poderia muito bem ser uma propaganda de cerveja… imaginem a gostosa aí acima segurando uma latinha ao invés de um bocado de maconha hidropônica. Seria um típico poster que encontramos naqueles botecos que descreví acima.
Meu pensamento chegou à viagem da seguinte questão: Será que a legalização da maconha aqui no Brasil causaria a longo prazo, devido à esse tipo de propaganda, uma massificação intensa do uso da erva, levando, consequentemente, à sua banalização? Porque como exímio apreciador da natureza, sinceramente, só com o quadro da borda vermelha já fico excitado. Se estivesse na frente dessa mulher, ela nessa mesma posição e, suponhamos, querendo me dar (tudo bem andarilhos, é só uma suposição… todos sabemos que uma mulher dessa não iria querer me dar a não ser que ela trabalhasse nesse ramo. Se bem que dei uma olhada melhor agora e ela tem uma carinha meio estranha e esse cabelo é chapinha braba, esqueçamos a história do “não iria querer me dar”. ) Retomando… está ela na mesma posição querendo me dar, a PRIMEIRA coisa que iria fazer seria tomar aquilo da mão dela e dar o devido destino ao THC e posteriormente sim, tudo bem… vamos aos trabalhos. Vai dizer que não?!
Onde quero chegar?
Quem toma cerveja, o faz porque gosta, porque beber com os amigos é legal, porque dá onda, porque é refrescante, gostosa… cada um tem seu motivo, mas até entendo a apelação em suas propagandas porque todos sabem que quando homem bebe, a taxa de mulheres que você NÃO pegaria, nem fudendo, é convertida para: mulheres que servem pra dar umazinha antes de dormir. Quem fuma maconha, o faz por outros tantos motivos pessoais, mas nenhum é diretamente relacionado à interação sexual com outra mulher. Ninguém fuma e fica galudão tarado pelas ninfas que o cercam, embora aconteça é lógico, não é o intúito mestre do ato, com certeza.
Ficaria imaginando uma propaganda para a cocaína: uma linda mulher bem gostosa que começa a ser filmada em close-up da direção dos pés até a cabeça. E a câmera segue subindo mostrando cada pêlo dourado pelo Sol e a pele morena e sedosa irradiando saúde e disposição. Passam as coxas, que coxas! o umbiguinho escorrendo aquela gotinha de àgua sexy, que sempre rola. Os peitos, ah! os peitos!!! até que chega no rosto da mulher e está travadona, mordendo a orelha, com o nariz vermelho e um reboco caindo. Droga é droga mulher é mulher. As duas coisas se misturam, mas mulher não é o chamariz perfeito para tudo. Se pudesse, seria o consultor de nível apelativo das propagandas relacionadas à drogas. receberia todas as fotos dos ensaios, vídeos, making-of das propagandas, bem como a fita do camarim e do banheiro onde as modelos se preparam, com dados como: nome, telefone, orkut e msn das modelos para marcarmos uma profunda avaliação, onde irira arguir a modelo sobre questões como: se ela é usuária, se está se sentindo bem, se gostaria que sua propaganda fosse veículada e o que seria capaz de fazer para que fosse. Uma avaliação simples, objetiva, direta e idônea.
NOTA MENTAL: Eu juro que não sei! mas todos dizem que fumar maconha seca a boca. Pensando na lei seca… estaríam assim os maconheiros menos ilegais? (péssima, né?)
Continuem sempre na Estrada…

















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