
É impressionante! Diria até inacreditável… O modo como a grande massa concebe as obras populares televisivas e cinematográficas. Após ler a entrevista que o Capitão Nascimento ator Wagner Moura concedeu ao G1 pelo fato de o filme Tropa Tropical Tropa de Elite “estrear” nessa sexta-feira (5).
Wagner Faca na Caveira Moura se apresenta notoriamente incomodado com a associação ao tráfico aos personagens impecavelmente protagonizados por ele e que ganharam uma projeção muito grande devido à pirataria que rolou com o longa-metragem de José Padilha. O lugar que quero chegar é o seguinte: A confusão personagem/ator se dá pelo fato de o profissional ser extremamente qualificado ou a grande massa que é burra mesmo? O que temo é que andando pelo calçadão de Copacabana o ator seja berrado aos ouvidos “Valeu Capitão!!!!” e logo em seguida Wagner Pá Pum Moura vira para o colega que o acompanha e brada: “Senta o dedo nessa porra”… O fato é que não consigo entender esse fenômeno direito e gostaria de colocá-lo em pauta de debate aqui no Estrada de Maria…
Porquê há essa confusão de identidades, quais as consequências, há malefícios?
Pensemos…

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