Tag Archive for 'diogo silveirinha'

Teste Colorimétrico

teste-de-cor Teste Colorimétrico

Teste Sinistro e Bizarro. Esse teste colorimétrico consiste em ordenar as cores das quatro palhetas, uma de cada vez, de forma que se crie um degradé perfeito (ui), tendo como pontos de referência as extremidades, mais conhecidas como pontas. Ao final de ter certeza que organizou corretamente clique em Score Test para ver o resultado. Definindo-se que o resultado 0 seja o perfeito e 1000 a cegueira branca, podemos concluir que minha percepção com relação às cores vai muito bem, obrigado! Porém preciso avisar que quanto mais se demora em uma única palheta mais difícil de distinguir as cores fica e um tipo de confusão involuntária começa a acontecer de tal forma que não se distingue mais nada, portanto, sejam rápidos.

Clique Aqui para fazer o teste.

PS: Algum Diogo Silveirinha daltônico se habilita a fazer o teste e expor o resultado?

Avalie esse artigo
Que merda!Legalzim!Bacanudo!Irado!Fodástico! - 7 voto(s)
Loading ... Loading ...
Leia também

Pergunte ao Cúdi

Um típico dono de bar. Cara tranqüilo, sossegado e que ao mesmo tempo se fazia respeitar por todos, até pelos mais exaltados da roda de samba das quartas-feiras. Esse era o Cúdi. Ganhara o apelido de Compadre quando era menino. E com o passar dos anos virou Cumpadi e não tão mais tarde, Cúdi. “Acho bom parar por aí senão a coisa vai feder”. Brincava Cúdi com a rapaziada. Era visto com admiração pelos freqüentadores do seu boteco. Separava brigas, dava conselhos, prescrevia remédios, ensinava simpatias, compunha samba, debatia acerca de política, futebol, mulher e religião. Cúdi, era do tipo que não ficava em cima do muro. Até o dia da discussão.

- Tem.
- Não tem.
- Eu tô falando que tem.
- Tem porra nenhuma.
- Se eu tô te falando que tem é porque eu sei.
- Sabe como?
- Já passei por isso e tive.
- Deu sorte.
- E você, como pode afirmar com tanta certeza que não tem?
- Meu primo passou por isso e não teve.
- É sempre um primo.
- Ué, não preciso mentir. Se fosse comigo eu diria, ora.
- Beleza, mas conta a estória do teu primo então.
- Ele me contou que não tem. Disse que achava que tinha, mas se deu mal por isso.
- Coitado.
- Pois é, mas acho que é tudo questão de se policiar pra não dar mole.
Cara, graças a Deus nunca aconteceu comigo. Talvez por isso eu continue achando que tenha.
- Eu…Digo…Meu primo não é mentiroso.
- Não tô dizendo isso, mas parece lenda isso tudo que contam.
- Tem, cacete.
- Mas então como é que fica?
- Tem, mas só durante aquele período. Depois volta a ser como era.
- Que merda.
- Só eu sei.
- Você??
- É. Meu primo ficou traumatizado.
- Não sei, cara. Ainda acho que não tem.
- Caralho…Tem.
- Quer ver só? Vamos perguntar pra uma pessoa imparcial.
- Tá.
- Cúdi, bêbado tem dono?

Cúdi nunca mais discutiu ou se meteu em conversa alheia ao seu conhecimento.

Diogo Silveirinha

Avalie esse artigo
Que merda!Legalzim!Bacanudo!Irado!Fodástico! - 5 voto(s)
Loading ... Loading ...
Leia também

Um Qualquer

Um ser errante sem intenção de errar. Acho isso bonito. Errar um erro desimportante, um erro que seja só seu, que só atinja a si, um erro descrente, inocente, sem amém, sem além, um erro sem perdão. Porque não haverá quem o crive, pois não será notado, o erro será só seu, sem intenção. Um daltônico na mesa de bilhar. Ser um ser que não espera, nem o pior nem o melhor. Simplesmente um ser que não espera. Ser imperativo, hiper-ativo. Faça, diga, bata, tente, seja…Um Zé qualquer que não acredita que a dama de copas surja como mágica no baralho da cartomante. Um João amigo do Zé que critica a vã manifestação de fé. Que põe as cartas do seu próprio jogo e joga só por jogar, pois esse João ou Zé, erra, não espera, ele é. Não quer chamar atenção e nem dá atenção para o tipo de gente que o faz. Ele furta dos autores dos livros que ele gosta de ler, tudo o que lhe convém, tudo que lhe faz bem. Bate palma errada na roda de samba na pretensão de compassar, canta baixinho um sambinha antigo só pra ser mais uma voz. Só pra isso. Um sujeito desses que surge numa esquina, dá um gole de cachaça, observa a lua, ri dos bêbados transeuntes da madrugada e chora depois, sem motivo. Desconexo, sem alarde, sem intenção de errar e que tem a certeza que o baralho da cartomante não é mágico o suficiente para adivinhar a carta que o seu ceticismo embaralha na cabeça.

Diogo Silveirinha

Avalie esse artigo
Que merda!Legalzim!Bacanudo!Irado!Fodástico! - 5 voto(s)
Loading ... Loading ...
Leia também