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Querem nos calar!

Amanhã será votado o Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo que rege, basicamente, a castração, seguida de esquartejamento, do mundo fascinante que é a internet. Abaixo segue um manifesto pelo veto deste projeto. LEIAM! Vale a pena.

To:  Senado Brasileiro

EM DEFESA DA LIBERDADE E DO PROGRESSO DO CONHECIMENTO NA INTERNET BRASILEIRA

A Internet ampliou de forma inédita a comunicação humana, permitindo um avanço planetário na maneira de produzir, distribuir e consumir conhecimento, seja ele escrito, imagético ou sonoro. Construída colaborativamente, a rede é uma das maiores expressões da diversidade cultural e da criatividade social do século XX. Descentralizada, a Internet baseia-se na interatividade e na possibilidade de todos tornarem-se produtores e não apenas consumidores de informação, como impera ainda na era das mídias de massa. Na Internet, a liberdade de criação de conteúdos alimenta, e é alimentada, pela liberdade de criação de novos formatos midiáticos, de novos programas, de novas tecnologias, de novas redes sociais. A liberdade é a base da criação do conhecimento. E ela está na base do desenvolvimento e da sobrevivência da Internet.

A Internet é uma rede de redes, sempre em construção e coletiva. Ela é o palco de uma nova cultura humanista que coloca, pela primeira vez, a humanidade perante ela mesma ao oferecer oportunidades reais de comunicação entre os povos. E não falamos do futuro. Estamos falando do presente. Uma realidade com desigualdades regionais, mas planetária em seu crescimento.

O uso dos computadores e das redes são hoje incontornáveis, oferecendo oportunidades de trabalho, de educação e de lazer a milhares de brasileiros. Vejam o impacto das redes sociais, dos software livres, do e-mail, da Web, dos fóruns de discussão, dos telefones celulares cada vez mais integrados à Internet. O que vemos na rede é, efetivamente, troca, colaboração, sociabilidade, produção de informação, ebulição cultural. A Internet requalificou as práticas colaborativas, reunificou as artes e as ciências, superando uma divisão erguida no mundo mecânico da era industrial. A Internet representa, ainda que sempre em potência, a mais nova expressão da liberdade humana.

E nós brasileiros sabemos muito bem disso. A Internet oferece uma oportunidade ímpar a países periféricos e emergentes na nova sociedade da informação. Mesmo com todas as desigualdades sociais, nós, brasileiros, somo usuários criativos e expressivos na rede. Basta ver os números (IBOPE/NetRatikng): somos mais de 22 milhões de usuários, em crescimento a cada mês; somos os usuários que mais ficam on-line no mundo: mais de 22h em média por mês. E notem que as categorias que mais crescem são, justamente, “Educação e Carreira”, ou seja, acesso à sites educacionais e profissionais. Devemos assim, estimular o uso e a democratização da Internet no Brasil. Necessitamos fazer crescer a rede, e não travá-la. Precisamos dar acesso a todos os brasileiros e estimulá-los a produzir conhecimento, cultura, e com isso poder melhorar suas condições de existência.

Um projeto de Lei do Senado brasileiro quer bloquear as práticas criativas e atacar a Internet, enrijecendo todas as convenções do direito autoral. O Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo quer bloquear o uso de redes P2P, quer liquidar com o avanço das redes de conexão abertas (Wi-Fi) e quer exigir que todos os provedores de acesso à Internet se tornem delatores de seus usuários, colocando cada um como provável criminoso. É o reino da suspeita, do medo e da quebra da neutralidade da rede. Caso o projeto Substitutivo do Senador Azeredo seja aprovado, milhares de internautas serão transformados, de um dia para outro, em criminosos. Dezenas de atividades criativas serão consideradas criminosas pelo artigo 285-B do projeto em questão. Esse projeto é uma séria ameaça à diversidade da rede, às possibilidades recombinantes, além de instaurar o medo e a vigilância.

Se, como diz o projeto de lei, é crime “obter ou transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização ou em desconformidade à autorização, do legítimo titular, quando exigida”, não podemos mais fazer nada na rede. O simples ato de acessar um site já seria um crime por “cópia sem pedir autorização” na memória “viva” (RAM) temporária do computador. Deveríamos considerar todos os browsers ilegais por criarem caches de páginas sem pedir autorização, e sem mesmo avisar aos mais comum dos usuários que eles estão copiando. Citar um trecho de uma matéria de um jornal ou outra publicação on-line em um blog, também seria crime. O projeto, se aprovado, colocaria a prática do “blogging” na ilegalidade, bem como as máquinas de busca, já que elas copiam trechos de sites e blogs sem pedir autorização de ninguém!

Se formos aplicar uma lei como essa as universidades, teríamos que considerar a ciência como uma atividade criminosa já que ela progride ao “transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado”, “sem pedir a autorização dos autores” (citamos, mas não pedimos autorização aos autores para citá-los). Se levarmos o projeto de lei a sério, devemos nos perguntar como poderíamos pensar, criar e difundir conhecimento sem sermos criminosos.

O conhecimento só se dá de forma coletiva e compartilhada. Todo conhecimento se produz coletivamente: estimulado pelos livros que lemos, pelas palestras que assistimos, pelas idéias que nos foram dadas por nossos professores e amigos… Como podemos criar algo que não tenha, de uma forma ou de outra, surgido ou sido transferido por algum “dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização ou em desconformidade à autorização, do legítimo titular”?

Defendemos a liberdade, a inteligência e a troca livre e responsável. Não defendemos o plágio, a cópia indevida ou o roubo de obras. Defendemos a necessidade de garantir a liberdade de troca, o crescimento da criatividade e a expansão do conhecimento no Brasil. Experiências com Software Livres e Creative Commons já demonstraram que isso é possível. Devemos estimular a colaboração e enriquecimento cultural, não o plágio, o roubo e a cópia improdutiva e estagnante. E a Internet é um importante instrumento nesse sentido. Mas esse projeto coloca tudo no mesmo saco. Uso criativo, com respeito ao outro, passa, na Internet, a ser considerado crime. Projetos como esses prestam um desserviço à sociedade e à cultura brasileiras, travam o desenvolvimento humano e colocam o país definitivamente para debaixo do tapete da história da sociedade da informação no século XXI.

Por estas razões nós, abaixo assinados, pesquisadores e professores universitários apelamos aos congressistas brasileiros que rejeitem o projeto Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo ao projeto de Lei da Câmara 89/2003, e Projetos de Lei do Senado n. 137/2000, e n. 76/2000, pois atenta contra a liberdade, a criatividade, a privacidade e a disseminação de conhecimento na Internet brasileira.

André Lemos, Prof. Associado da Faculdade de Comunicação da UFBA, Pesquisador 1 do CNPq.

Sérgio Amadeu da Silveira, Prof. do Mestrado da Faculdade Cásper Líbero, ativista do software livre.

João Carlos Rebello Caribé, Publicitário e Consultor de Negócios em Midias Sociais

Sincerely,

The Undersigned

Para assinar a petição clique aqui!

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Luís Inálcool Lula da Silva

lula Luís Inálcool Lula da Silva

Veja o pivô da piadinha infame.

1º mundo até que ponto?

A perplexidade tomou conta de mim quando fiquei sabendo deste botão que está sendo distribuído no Texas:

broche racista

Traduzindo: “Se Obama for presidente, nós ainda a chamaremos de Casa Branca?”

Reflitam, pois por trás desta frase não está apenas implícito uma disputa eleitoral. O motivo pelo qual ele chegou a ser idealizado e divulgado vai muito mais além de interesses políticos. Imaginem o impacto que esse tipo de informação causa. Revolta em uns e reforço do racismo em outros.

Fiquem à vontade para dissertar sobre o assunto…

Você é contra a CSS?

eldorado Você é contra a CSS?

Se a resposta for sim, pode ir clicando nas moedinhas acima antes que elas lhe escapem por entre os dedos. Disseram que a CPMF iria acabar… porra nenhuma! ela só mudou de nome. Vocês têm acompanhado que o governo quer implantar, no lugar da extinta CPMF, um outro imposto (mais um!!!!!) que se chamaria CSS (Contribuição Social para a Saúde).

O Brasil é mundialmente conhecido pelo grande número de impostos  e suas taxas abusivas. Tudo que você obtém se paga um imposto. Não que seja contra os impostos, também não serei tão radical como já fui chamado por uma leitora, mas se os pago, quero resultados! Cadê a nossa educação? Cadê a nossa segurança? cadê a nossa saúde, que se esvai cada dia mais por termos um dia-a-dia tenso sempre pensando em dinheiro, no que temos que pagar, no que já pagamos e no que devíamos ter pago. A maioria da população brasileira SOBREvive. A sorte deles (os que estão no comando vermelho da nação) é que somos uma nação com uma parcela de fé muito grande, o que acaba dificultando a ação real e, porque não, radical em troca de uma providência divina de que tudo vai melhorar orando. Oremos…

A Rádio Eldorado botou pra frente idealizou uma campanha para saber se nós, brasileiros, concordamos ou NÃO com a aprovação do novo caça-níquel imposto CSS (Cansei de Ser Sexy). Basta acessar o site da rádio clicando na imagem no topo do post e fazer valer a sua cidadania. O que está esperando? mexa essa seu traseiro gordo!

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Compre, mas não fale a cor!

E lá ia eu caminhando pela Uruguaiana para comprar meu tão sonhado All-Star verde. Passo por diversas lojas e não encontro nenhum desta cor, até que, de tanto olhar, me aborda um vendedor…

- Boa tarde irmãozinho, posso te ajudar?

- Opa! boa tarde. Pode sim! Estou tentando achar o All-Star aqui…

- All-Star?! tá na mão, chega aqui!

- Demoro!

- Qual o teu número?

- 41…42… alguma coisa assim.

- ja é! vou pegar pra você.

- Tá bom. Ah! pega o verder pra mim! eu gosto do verde.

De repente todos ao meu redor olham espantados, senti como se fosse um olhar de reprovação. E era. Então após aproximar-se lentamente e falando baixinho o vendedor explana:

- É… meu amigo, não está sabendo?

- Sabendo? de que?

-É… você disse que prefere o verde… (falou isso olhando para os dois lados antes)

-Sim! não estou entendendo o espanto já que QUERO comprar um verde.

-Tudo bem, você PODE QUERER, PODE até COMPRAR! mas segundo a NOVA LEI, é CRIME DIZER QUE GOSTA de verde.

-Mas se não proibiram a compra, QUAL O SENTIDO DISSO?

Nesse momento o Fluminense faz um GOL e começa uma gritaria da qual parecia que não ia sair com vida, achei prudente me retirar.

Ao sair de lá, refleti sobre o SENTIDO da nova lei:

Assim como PROIBIRAM a Marcha da Maconha e PROIBIRAM o banner do Gabeira nos blogs, a cor VERDE também entrou no bolo.

PASMO!

Continua-se fumando, e muito, diga-se de passagem…

PROIBIRAM o Banner, mas eu posso votar no Gabeira quando chegar a hora de operar a urna eletrônica… é justamente igual ao fato de PODER comprar um tênis verde mas NÂO PODER, juridicamente falando, dizer em voz alta a cor do mesmo…

Tomara que depois que acabar o jogo as pessoas percebam isso.

Fabiano Albergaria

Pois é…

Pra dar uma concluída nesse episódio todo que ocorreu com o cancelamento de algumas Marchas pela Legalização da Maconha no Brasil, deixo um vídeo no qual os políticos Jefferson Peres (PDT - AM) e Eduardo Suplicy (PT - SP) explanam sobre o tema maestralmente.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=gwosRYCBQOw[/youtube]

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Faça a sua parte!

Caros Andarilhos. Recebí este e-mail de uma amiga e resolvi ligar pra ver se era procedente. É! o projeto existe e está em votação sim! e é bem simples votar. Andarilho que é Andarilho faz a sua parte…  

 

 CANCELAMENTO DA TAXA TELEFÔNICA de: R$ 40,37 (residencial) e R$ 56,08 (comercial)

Quando se trata do interesse da população, nada é divulgado.

Ligue 0800-619619.

Não digite nada. Espere para falar com uma atendente. Diga que é para votar a favor do cancelamento da taxa de telefone fixo.

O Projeto de Lei é o de n.º 5476.

Esse tipo de assunto NÃO é veiculado na TV ou no rádio, porque eles não têm interesse e não estão preocupados com isso. Então nós é que temos de correr atrás, afinal quem paga somos nós!

O telefone a ser discado (0800-619619, de segunda à sexta-feira das 08 às 20h00) é da Câmara dos Deputados Federal.

Passe para frente esta mensagem para o maior número possível.

LIGUE: 0800-619619. Vamos divulgar.

Entrando em vigor esta lei, você só pagará pelas ligações efetuadas, acabando com esse roubo que é a assinatura mensal. Este projeto está tramitando na ‘COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR’, na Câmara.

Quantos mais ligarem, maior a chance.

O BRASIL AGRADECE!

Não adianta a gente ficar só reclamando.

Quando podemos, devemos tomar alguma atitude…

Você pode fazer mais ainda copiando esta mensagem e enviando para seus amigos.  

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Leiam…

“25/02/2008 - 10h24

Guerra do Iraque “custa mais de US$ 3 trilhões”, diz prêmio Nobel

da BBC Brasil

A Guerra do Iraque poderá custar aos contribuintes americanos mais de US$ 3 trilhões (cerca de R$ 5,1 trilhões), segundo o prêmio Nobel de economia Joseph Stiglitz.

No livro “A guerra de US$ 3 trilhões –O custo real do conflito no Iraque” (em tradução livre), a ser lançado nesta semana, Stiglitz e a co-autora Linda J. Bilmes investigam os números por trás da guerra e os prejuízos para a sociedade.

“Quando fomos à guerra, o governo Bush disse que iria custar entre US$ 50 bilhões e US$ 60 bilhões. Na época, um economista da Casa Branca [Larry Lindsey], disse que o custo poderia chegar a US$ 200 bi. Ele foi demitido e sua declaração considerada bobagem. O custo estimado hoje é que exceda US$ 3 trilhões”, disse Stiglitz, em entrevista à BBC.

Para dar a dimensão deste custo, Stiglitz explica que apenas um sexto da quantia seria suficiente para, por exemplo, resolver todos os problemas de seguridade social nos Estados Unidos pelos próximos 50 a 75 anos.

“Atualmente os EUA dão US$ 5 bilhões de ajuda à África por ano. Isso representa 10 dias de guerra no Iraque. Se incluirmos os outros custos, seriam 7 a 8 dias. Isso contra um ano de ajuda à África.”

“Pelo custo de duas semanas de guerra, poderíamos acabar com o analfabetismo no mundo”, estima Stiglitz.”

matéria completa.

Nada mais a acrescentar.

EXTRA EXTRA

Acabei de ouvir na band news que o Gabeira vai se candidatar para prefeito do Rio. E mais uma vez Pedro Doria mandando bem, não lembra? Confira no próprio blog dele essa notícia, clique aqui.

Ele terá o apoio de dois partidos (PSDB e PPV) além do PV, é claro, e seu principal concorrente, o capiroto Wagner Montes, desistiu esta semana. A Denise Frossard não irá se candidatar para apoiar Gabeira e o PSDB ainda não sabe quem vai indicar.

Aqui uma nota sobra a aliança que saiu no JB online.

Aproveitando a deixa colocamos o botão para apoiar a candidatura no blog.

Gabeira pra efeito, digo, pra prefeito.

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Vamos legalizar o Gabeira!

banner_460x60_pb Vamos legalizar o Gabeira!

Por esse motivo o Estrada de Maria apóia a iniciativa de Pedro Dória que clama, como qualquer carioca consciente por um prefeito doidão honesto, ou pelo menos, que faça algo legal. e muuuuuiiiito maneiro “bicho”, pode crer… só….

Sendo assim, Dória teve a brilhante idéia de botar uma pilha no velho fumaçê quase intimar Fernando Gabeira à assumir a prefeitura do Rio de Janeiro. Disponibilizou uma série de selos da campanha para os blogueiros aderirem à campanha e está rolando comunidade no orkut também, onde rolam baseados discussões sobre. Certamente Gabeira é um dos poucos políticos que possuem uma moral legal e, consequentemente, um dos poucos que me agradariam deixando eu dar um 2 se estivessem exercendo o poder de prefeito aqui no Rio.

Para ajudarem vocês, integrantes da mídia cibernética, devem divulgar os selos da campanha e entrar na comunidade do orkut.

Veja também: O Pai do LSD, por Pedro Dória.

PS: Tomei ciência da campanha pelo blog interessantíssimo do Treta.

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