Rob Matthews teve a brilhante idéia de imprimir, organizar e encadernar a enciclopédia online Wikipedia.

Blog de entretenimento e reflexões. Assuntos atuais, propagandas, matérias e polêmicas. Muitas idéias complementares ou recuperada de bares e locais de onde a criatividade e o discurso são comuns. Tudo isso com um toque de humor.
Rob Matthews teve a brilhante idéia de imprimir, organizar e encadernar a enciclopédia online Wikipedia.

No vídeo os caras em baixo do viaduto da linha amarela rimam à capela (sem auxílio de Batidas e Melodia). São eles: MC Gil e MC Tampão, ambos carregam títulos das rinhas e batalhas de rima como o festival de Hip-Hop anual Hutuz e a tradicional Batalha do Real. [nessa batalha, Tampão se atrapalha nas vaias da torcida por falar pederastia e o Gil ganha fácil... infelizmente pro Beralzir, pederastia não é bem vindo...]
A cultura do RAP e do Hip-Hop nacional não param de crescer no cenário Brasileiro. Enquanto o Hip-Hop americano ostenta luxo e riqueza com suas mulheres seminuas, seus dentes e artifícios de ouro (pega aqui no meu p de ouro…), o rap brasileiro alavancado por Sabotagem, Racionais, MV Bill, Black Alien e outros da velha escola assume uma postura realista, das ruas como muitos mc´s gostam de dizer: “o rap é a fuga da babilônia” nas ruas então, acontece o verdadeiro RAP Underground.
Um dos pontos fortes do rap de rua, o rap underground, é o Freestyle, o improviso. Assim como no Repente de Emboladas nordestinas, mestres de cerimônia improvisam em batalhas onde se confrontam, se agridem verbalmente em busca da melhor rima, da melhor resposta do público que é o Júri dessas batalha, escolhendo o melhor MC que consegue fazer a melhor levada, jogar melhor suas idéias em canção de improviso.
A batalha á capela é organizada pelo Produtor e artista COE, conhecido tatuador dos muros do Rio de Janeiro, o também grafiteiro e MC organiza uma vez por mês (sempre aos domingos) a batalha á capela, que é uma modalidade de batalha de versos onde os mc´s fazem a poesia ritmada apenas de suas bocas, sem auxílio de batidas e melodias, embora a batalha aconteça no mundo todo ainda é novidade no Brasil um “evento” À CAPELA, então é uma boa oportunidade pra se ver Grafite, RAP, rimas de qualidade em um ambiente totalmente underground, a batalha acontece sempre no bairro do Engenho de Dentro no subúrbio carioca na Rua 2 de Fevereiro esquina com a Rua Pernambuco em baixo de um viaduto onde passa a linha amarela. A entrada é totalmente franca e as datas e os horários podem ser acompanhados através do perfil do evento no orkut no link em seguida: Batalha á capela
Essa é uma poesia ou pelo menos uma tentativa de poema, de presente pra um amigo que hoje mora no México (daaa ninguém sabe…) enfim, a tentativa é de fazer algumas citações sobre algumas coisas que ele me ensinou como por exemplo toda a subliminaridade existente em Mário Bross e suas flores e cogumelos (luigi é pancadão e escuta ventania). Mas essa é uma tentativa maior de voltar a postar na estrada percorrida do que de expor alguma poesia, enfim… até porque eu escrevo poesia e essa cambada de filho da p… fala que é rap.
Champignom
autor : Soldado Benevenuto
pessoas vivem simplesmente por respostas
sem certezas, vidas viram aposta
no seio de mulher se encosta
na mente viagem maior que o fruto da bosta
proveniente de luz solar que após chuva tosta
Continue lendo ‘Poesia : Champignom’
Calma, galerinha! Eu falei animação erótica, não filme pornô. (Nariz de palhaço tóim)!
De 06 a 16 de novembro, a Cinemateca no MAM (Museu de Arte Moderna) apresenta o FIAE – 3º Festival Internacional de Animação Erótica. É um festival competitivo, o único do gênero no mundo, que começou em 2006, com o intuito de estimular a exibição pública de animações que não são exibidas no circuito tradicional de cinema no Brasil.
Esta edição recebeu inscrições de mais de 200 filmes de animadores de diversos países. Foram selecionados 149 curtas-metragens de 32 nacionalidades diferentes, e um longa belga.
Sexo, amor, sexualidade, sensualidade, erotismo, romance, saúde sexual, fetiche, são alguns dos temas relacionados aos filmes de animação, brasileiros e estrangeiros, selecionados para esta edição do Festival.
Durante o festival será cobrado ingresso de R$8,00 (inteira) R$4,00 (meia).
Clique AQUI e confira a programação no site do evento.
Video louco! com uma musica louca! e algum andarilho não menos louco que ira assistir agora!
* Claymation é a definição em inglês que recebem as animações audiovisuais, feitas com a técnica do Stop-Motion, que utiliza massinha, argila ou qualquer outro produto maleável para dar vida aos elementos. Talvez a mais famosa demostração desta técnica seja o filme “A Fuga Das Galinhas” produzido em 2000 e que foi preciso o trabalho de 40 animadores que dedicaram 2 anos da sua vida ao projeto.
Essa é uma dica pros andarilhos que ainda não conhecem esse maravilhoso grupo extremamente musical e lisérgico, denominado Pedra Branca. Os caras fazem um som rico em detalhes e misturas de diversos instrumentos de toda parte do mundo. O mais legal é que eles são brasileiros! comprovando mais uma vez a nossa versatilidade musical… a música brasileira é uma das coisas que nós temos de melhor e nossos músicos idem. Pedra Branca consegue unir Trip-Hop, Downbeat, Ambient junto com World Music, Jazz Fusion, música asiática e ainda assim não se esquecem de dar uma bola pitada de música brasileira à isso tudo.
Um som pra relaxar, viajar, meditar, ouvir no trânsito pra desestressar… só energia boa emana dessas notas… pensei em pôr um clipe deles pra vocês, caros andarilhos, porém acho mais visceral vê-los fazendo essa obra de arte, também conhecida como música, ao vivão! na pele! sem palhaçadinhas e chorumelas.
Esse é o trabalho do artista italiano Mario Mariotti (1936-1997) onde parece poder transformar suas mãos no que quiser. Vale a pena conferir.

Clarice Lispector - A Hora da Estrela - é uma excelente pedida para quem gosta de Literatura Brasileira. Vale muitíssimo à pena conferir, até o dia 28 de setembro, a mostra em exposição no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil).
A Fundação Casa de Rui Barbosa disponibilizou centenas de documentos normalmente destinados apenas aos pesquisadores. Cartas, manuscritos corrigidos, notas e fotografias permitem vislumbrar a personalidade e o processo de trabalho de Clarice Lispector.
A autora de livros notórios como “A Hora da Estrela“, “Água Viva” e “A Paixão Segundo G.H.” é fonte de inspiração de muitos escritores. E inspiração é uma palavra que movimentou intensamente a vida de Clarice Lispector, o que é possível notar em um trecho de uma entrevista passada na exposição. Numa saleta bem ambientada, como se fosse uma sala de estar de Clarice Lispector (uma máquina de escrever se encontra apoiada na beirada de um aconchegante sofá), espectadores se apertam para assistir por completo a entrevista instigante. Entre um cigarro e outro, Clarice Lispector abre seu coração e se mostra angustiada. Ela chega a dizer que nos momentos de intervalo, quando ela não está escrevendo, se sente morta. No momento da entrevista ela diz, com um olhar vazio e ao mesmo tempo invasivo, que está morta. É de deixar qualquer um de cara boquiaberto. “Eu não sou tão triste assim, é que hoje eu estou cansada.”
A Mostra pretende aproximar a brasileira nascida na Ucrânia dos leitores fiéis e provocar curiosidade para atrair novos leitores à obra de Clarice Lispector, e consegue com sucesso. As frases atordoantes e atemporais revelam uma autora capaz de iluminar, intrigar, comover e surpreender o leitor.
Centro Cultural Banco do Brasil Rua Primeiro de Março 66, 1º andar Rio de Janeiro, RJPara assistir uma entrevista (5 partes) na íntegra Continue lendo ‘Clarice Lispector - A Hora da Estrela’
Só por esta pequena amostra dá para ter noção que a “mina” é casca-grossa. Fisicamente, se a visse pela rua, nunca imaginaria que aquela mulher com cara de garota fazia uns quadros siniiiiissstros e, tão complexos quanto. Dá pra perder um bom tempo viajando na galeria do site dela.
Últimas profecias