“Caraca, tia, é um dilúvio! O mundo tá acabando!”.
Foi o que a minha prima de 10 anos disse quando chegou lá em casa ontem à noite, enquanto minha mãe terminava de fritar os bolinhos de chuva. A troça foi geral (eu sei que ninguem diz mais “troça”, mas também ninguém mais come bolinhos de chuva, então tanto faz). Mas, depois do comentário, e dos bolinhos, fiquei penssando nessa história do fim do mundo e nas teorias da quinta raça, e achei tudo muito assustador. Se antes de nós existiram outras quatro raças humanas que se extingüiram, o que os faz melhor do que elas para sobreviver, e até quando? E se, segundo as pesquisas do carbono 14, a Terra pode ter 5 ou 6 bilhões de anos, pode ser prepotência demasiada do homem achar que o mundo é que vai acabar e não a vil existência humana.
Em relação à Terra, tenho poucos anos demais para penssar nisso, mas tenho idade suficiente pra entender que corremos mesmo o risco de nos extingüirmos em pouco tempo. Não crei que seja um dilúvio, como o narrado na mitologia cristã, o responsável pelo fim da 5ª raça, mas temos aí problemas muito sérios como o aquecimento global, ele existe de fato, e ninguém sabe freiar esta joça! O planeta não para de esquentar, e se continuarmos neste rítimo, a vida na terra se tornará impossível. Outra bomba que pode estourar ainda mais depressa é a Atômica. Uma terceira gerra mundial eliminaria, facilmente, a humanidade. Vimos Hiroshima e vimos Nagasaki, vimos o World Trade Center, e ainda veremos outras coisas que certamene nos assombrarão. E para completar, lembremos das cem ‘maletas atômicas’ que sumiram do arsenal da extinta União Soviética - as famosas ‘bombas sujas’.
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Enquanto o fim não vem comerei mais bolinhos de chuva!!!